sexta-feira, maio 20, 2022

‘Misery’ traz Mel Lisboa no papel de uma vilã

Cena da peça "Misery", em São Paulo
Misery é um best-seller de terror de Stephen King que já teve adaptações teatrais em Nova York, Londres e em outras oito cidades mundo afora. Mas a história ganhou mesmo o grande público com o filme homônimo de 1990, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz a Kathy Bates. Uma versão brasileira, em cartaz no Teatro Porto Seguro em...

‘A Hora da Estrela’ faz últimas apresentações em SP

Cena do musical "A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa"
Não há mais ingressos para este fim de semana do musical A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa, em cartaz no Sesc Santana. Mas ainda é possível disputar lugares para as últimas três sessões nos dias 25 e 26, às 21 horas, ou 27, às 18, com a venda dos ingressos no portal do Sesc ou nas...

O necessário desconforto d’A Fuzarca dos Descalços’

Imagem da peça A peça 'A Fuzarca dos Descalços'
Para entrar na peça A Fuzarca dos Descalços, o espectador é convidado a tirar e entregar os sapatos para o elenco. O conforto de poder pisar no chão com um propé entregue pela produção é uma mera ilusão. Começa o espetáculo e essa sensação se tornará um desconforto, amargo, mas necessário. Os calçados entregues se amontoam no palco para...

‘Hamlet: 16 x 8’: ser ou não ser Boal

Rogério Bandeira no monológo 'Hamlet: 16 x 8'
Hamlet: 16 x 8, monólogo interpretado por Rogério Bandeira, pode enganar por seu título que remete a uma das peças mais célebres de William Shakespeare. Na verdade, ela é sobre Augusto Boal, diretor e dramaturgo que imortalizou o Teatro de Arena e se tornou mundialmente conhecido por fundar o Teatro do Oprimido. E é também sobre o próprio Bandeira,...

“Escola de Mulheres” desafia o conservadorismo

Escola de Mulheres, peça em cartaz em SP
A peça Escola de Mulheres, em cartaz no Teatro Aliança Francesa, em São Paulo, se vale de um texto escrito no século 17 para alfinetar o pensamento conservador do presente. Seria delicioso ver a pastora Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, assistindo a essa montagem, rindo à beça com as tiradas machistas e grotescas...

Adiado, adiado e adiado

Cena da peça "Estudo Nº1: Morte e Vida", adiada em São Paulo
O prometido e tão esperado retorno das atividades culturais se converteu em um mega-adiamento. De Norte a Sul, das capitais aos interiores, da música ao teatro, e não só no Brasil, mas em várias outras partes do mundo, os eventos presenciais estão sendo adiados. Culpem os vírus Sars-CoV-2 e influenza. Artistas estão testando positivo e atrações previstas para os...

Peça na Vila Itororó cutuca a ferida da ditadura

Atrizes da peça "As Mulheres dos cabelos prateados" - Foto: Letícia Godoy
Uma peça de 2021, As mulheres dos cabelos prateados, remete a um Brasil de mais de 50 anos atrás que até hoje permanece invisível. Com texto de Ave Terrena, a montagem em cartaz no Centro Cultural Vila Itororó, em São Paulo, é uma história que precisava ser contada a partir dos olhares e das falas de mulheres simples perseguidas...

“Esperando Godot”, o filme-espetáculo

Cena de "Esperando Godot", filme-espetáculo
Esperando Godot, drama do irlandês Samuel Beckett encenado pela primeira vez em 1953, é considerado por muitos críticos como a peça mais influente da segunda metade do século 20. A tragicomédia, econômica e cirúrgica nas palavras, mostra os conflitos existenciais do homem no pós-guerra. Encenada e reencenada por diversas companhias teatrais no Brasil e no mundo, a enigmática obra...

Peça de Ariano Suassuna traz diversão e leveza

As Conchambranças De Quaderna -, peça de Ariano Suassuna
O espetáculo de menos de uma hora As Conchambranças de Quaderna é uma brincadeira teatral, e tudo bem de não precisar ser levada a sério. Um pouco de leveza nessa retomada de apresentações presenciais faz bem. Pois é isso o que entregam o texto do escritor pernambucano Ariano Suassuna e também a primeira montagem da obra na capital paulista...

“O Arquiteto e o Imperador da Assíria”

Cena de 'O Arquiteto e o Imperador da Assíria'
O teatro de Fernando Arrabal é ambíguo, dicotômico, caótico. E perturbador. Seus personagens oscilam entre o bom e o cruel; o inocente e o culpado; a vítima e o algoz; o humano e o desumano. O tempo é o passado, que se estende pelo presente e não há vestígios de que não se arrastará pelo futuro. Seu espaço é...