Jornalistas aguardam bombeiros para tentar saber quais as consequências do incêndio na Cinemateca, em São Paulo

O governo de Jair Bolsonaro convocou na manhã desta segunda-feira, 2, a comissão de seleção que vai escolher o novo gestor da Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Não há nenhum representante da sociedade na comissão: são dois nomes da Secretaria Nacional do Audiovisual, um representante da Secretaria Especial de Cultura, um da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e um do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), além dos suplentes (entre eles, está o nome de Gerfânia do Socorro Damasceno da Silva, que chegou ao governo por indicação do Centrão). A presidência da comissão será de Ana Clarissa Ferreira dos Reis, coordenadora-geral de Fomento da Secretaria do Audiovisual.

A portaria publicada hoje não fixa prazos para o final do resultado da avaliação, embora o decreto publicado na semana passada, um dia após o incêndio que destruiu um anexo da Cinemateca na Vila Leopoldina, tenha determinado que os envelopes com as propostas dos postulantes sejam abertos no dia 22 de setembro de 2021, às 10 horas. O texto fala em destinar R$ 10 milhões anuais para a instituição, mas os especialistas dizem que o valor é insuficiente.

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