quarta-feira, setembro 18, 2019

o “che”

às vezes sonho com um disco (uma coletânea) que fosse uma homenagem simbólica a che guevara, uma trilha sonora dos descaminhos panamericanos. porque che é outro rei da américa de baixo, é outro nosso pai oculto, como desconfiou walter salles em "diários de motocicleta" - as cenas em que o galã gael se embrenha no contato físico com ternos...

o “rei”

então é natal. no brasil, desde que me conheço por gente (nasci em 1968), um dos mais poderosos sinônimos de "papai noel" atende pelo codinome "roberto carlos". esse cara, um dos personagens principais do livro que acabei de publicar ("como dois e dois são cinco", editora boitempo), ficou no entanto mais popular por outro codinome ou apelido ou signo: "rei"....

Suspense!

O leão foge da jaula...