Cena do filme Você não estava aqui
Kris Hitchen e Katie Proctor em cena do filme Você não estava aqui, nova produção do britânico Ken Loach

De Gilberto Gil a Linn da Quebrada, de Ken Loach a MC Caverinha: o radar de FAROFAFÁ alcançou todo o espectro (possível) da produção cultural contemporânea, sem filtros raciais, políticos, sociais, econômicos. As frases abaixo, registradas em temporadas distintas de trabalho e interlocução com artes e pensamento, indicam a abrangência de um veículo de jornalismo cultural empenhado em apontar para todos os focos da criatividade e da liberdade do espírito.

FRASES:

“O Brasil tem que jogar um papel mais globalizado mesmo, em todos os sentidos, na gestão, na governança, na questão social – e seus processos criativos mais particulares também se põem a serviço desse global, e afetam (até) a escola tropical de futebol”. (Gilberto Gil, 22 de agosto de 2011)

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“Fim da cultura? Fim do livro? Talvez, mas não necessariamente. Não se trata de fim, e sim de Aufhebung, no sentido hegeliano. A cultura pode sobreviver, transformando-se em cultura universal”. (Sérgio Paulo Rouanet, 13 de maio de 2016)

“Ninguém pode pular a esperança pra ter a fé, e nem ninguém pode pular o sentir pra ter o saber, pra querer o saber. Quando é (assim), é egoísmo”. (Hermeto Paschoal, 7 de julho de 2017)

“O único processo transformador que reconheço é o da cultura. A educação é um braço hierárquico da cultura. O que diz a convenção da diversidade: a cultura deve permear todas as ações de um governo democrático, inclusive os conceitos de desenvolvimento sustentável”. (Sérgio Mamberti, 5 de julho de 2019)

“Os homens da polícia vieram tentar me prender. Prefiro não ser presa e continuar nessa disputa”. (Linn da Quebrada, 22 de novembro de 2019)

“Jair Bolsonaro não é perigoso apenas para vocês, brasileiros. Ele é perigoso para o mundo todo. Mudar essa situação é uma emergência política mundial”. (Ken Loach, cineasta britânico, 27 de fevereiro de 2020) 

“A esquerda está em crise no mundo todo porque elaborou um modelo de sociedade alternativo àquele neoliberal, mas não fez uma seleção rigorosa e não investiu na formação de suas classes dirigentes; não manteve uma ligação orgânica nem com os explorados nem com os intelectuais, não exercitou uma função pedagógica nos confrontos com as massas, não combateu de modo drástico as desigualdades crescentes, não defendeu uma justa distribuição da riqueza, do trabalho, do poder, do saber, da oportunidade e da tutela” (Domenico Di Masi, sociólogo italiano, em 31 de março de 2020).

“A expectativa de mudança é que vai reger tudo isso, a expectativa de mudança para aqueles que precisam de mudança e a expectativa de não-mudança para aqueles que desejam manter as coisas”. (Danilo dos Santos Miranda, inesquecível diretor do Sesc, em 22 de dezembro de 2021)

“Conheci o Moraes Moreira através do meu parceiro Raimundo Fagner. Um encontro na casa do craque Afonsinho, há muitos anos. Nossas conversas, a noite toda, foram sobre alto-falantes, músicas sobre os cantores tradicionais do Brasil, do interior. Ele era do interior, como eu também, e passamos por cidades de vários portes no Brasil até morar no Rio de Janeiro”. (Fausto Nilo, compositor, em 14 de abril de 2020) 

“Você notou, certo? Que tem mais preto no jogo agora?”. (MC Caverinha, 15 de maio de 2024)

“A vida é complicada, mas eu canto” (Alaíde Costa, 8 de dezembro de 2023)

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