Louis Pasteur
Exposição Louis Pasteur, no Sesc Interlagos

O cientista francês Louis Pasteur não inventou a vacina, mas uma das primeiras lembranças que seu nome evoca é o de ser uma referência do campo da imunização. Ou da pasteurização, um processo de conservação de alimentos, como o leite, utilizado até os dias atuais. Foi graças aos seus estudos sobre fermentação, no século 19, que podemos apreciar um bom vinho ou uma boa cerveja. Para celebrar a vida desse grande pesquisador, o Sesc Interlagos abre a exposição “Pasteur, o Cientista”.

Mostra interativa Louis Pasteur
Pasteur, o Cientista, no Sesc Interlagos, é uma mostra interativa – Foto Institut Pasteur de Paris

A mostra interativa revela como e por que Pasteur é considerado o “pai da microbiologia”. Graças à sua obstinada paciência e perseverança em olhar o que ninguém via, os microorganismos (bactérias, vírus e fungos), o cientista permitiu que a biologia e a medicina avançassem de forma irreversível. A área expositiva do Sesc Interlagos contará com 730 metros quadrados, com apresentação de vídeos, grafismos, animações, projeções, textos e desenhos. É a primeira vez que esta exposição sai da França, que já ocupou espaços como o Palais de la Découverte, em Paris.

Algumas experiências interativas permitem que o visitante conheça como foi o processo de descobertas de Louis Pasteur. A expografia é dividida em cinco atos e um epílogo, numa estrutura semelhante à de uma peça tetral. Vai desde a compreensão da formação dos cristais até a descoberta da vacina contra a raiva animal. A visitação é gratuita.

Pasteur, o Cientista. No Sesc Interlagos (Av. Manuel Alves Soares, 1100), de quarta a domingo e feriados, das 10 às 17 horas, até 26 de julho. Grátis.

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Cobrimos o que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores nem seguir agendas externas.

2. Praticamos o jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu o disco, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Se nosso trabalho faz diferença na sua relação com a cultura, considere se juntar a quem mantém esse projeto vivo. Qualquer valor conta.

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome