Ancine
A Agência Nacional de Cinema (Ancine) foi denunciada por paralisação deliberada de suas atividades

Por unanimidade, os conselheiros do Tribunal de Contas da União (TCU) acolheram uma representação de 2019 do Ministério Público Federal (MPF) contra a Agência Nacional de Cinema (Ancine) e a apensaram ao relatório de auditoria da instituição. O acórdão dessa decisão foi publicado nesta segunda-feira, 14, no Diário Oficial da União.

A representação, formulada pelo procurador Sérgio Gardenghi Suiama, procurador da República no Rio de Janeiro, denunciava o seguinte: “Paralisação de projetos para o cinema e a televisão, com o risco da perda de recursos financeiros que seriam destinados a centenas de produções culturais na área de audiovisual e a consequentes prejuízos causados a produtoras, podendo acarretar demissões em massa de trabalhadores do setor e perda de arrecadação pela asfixia do fluxo econômico gerado pela área”.

Os responsáveis citados na representação são o ex-diretor presidente interino da Ancine, Alex Braga Muniz, a ex-secretária Especial da Cultura, Regina Duarte, e o atual secretário, Mário Frias. Os denunciantes foram as entidades Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste (Conne), a Associação Brasileira de Cineastas, a Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão, a Associação Paulista de Cineastas, a Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro e o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual.

 

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