O violonista Zé Barbeiro, um dos mais festejados intérpretes do choro da atualidade, se apresenta em Santos (SP) neste final de semana acompanhado do jovem instrumentista mineiro Dinho Nogueira, no Clube do Choro de Santos. A dupla estará acompanhada da cantora Nadja Soares.
Zé Barbeiro e Dinho já apresentaram esse concerto na Europa, em países como Portugal, Holanda, França e Bélgica. De volta ao Brasil, a dupla lançou o álbum “Ao Vivo em Paris”, com show no SESC Pinheiros, em São Paulo.
Vencedor do Prêmio Pixinguinha com o álbum No Salão do Barbeiro (2011), Zé Barbeiro já é consagrado por seus pares, além do público. Compositor prolífico, já possui cerca de 300 composições, muitas delas gravadas por grupos de outros países. No ano de 2018 sua obra foi tema de defesa de doutorado pela USP-SP, com o título, Violão Velho, Choro Novo. Dinho Nogueira é um garoto prodígio que cursou violão clássico no Conservatório de Tatuí e já se apresentou com bambas como Hamilton de Holanda, Alessandro Penezzi e Paulinho Pedra Azul. Em 2015, gravou seu primeiro álbum autoral, Amanhecer de Minas.
SERVIÇO:
Local: Clube do Choro de Santos
Endereço:Rua Quinze de Novembro, Centro, Santos – SP.
Data: Sábado, 19 de outubro de 2019
Horário: Das 20h30 às 23h30
Valor do ingresso: R$ 20
Sabemos que pedir apoio é chato. Mas precisamos falar com você
FAROFAFÁ é o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes e teatro. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.
Diferente dos grandes veículos, não temos donos bilionários e não corremos atrás de cliques. Isso significa duas coisas:
1. Cobrimos o que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores nem seguir agendas externas.
2. Praticamos o jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu o disco, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.
Sabemos que nem todo mundo pode contribuir. Mas se nosso trabalho faz diferença na sua relação com a cultura, considere se juntar a quem mantém esse projeto vivo. Qualquer valor conta.