O texto que vem no tópico à esquerda é de autoria de Bruno Torturra, diretor de redação da revista Trip. Foi publicado originalmente no blog de Torturra, aberto especialmente para contê-lo.

Com orgulho e com a autorização de Bruno, republicamos seu “Não somos conduzidos, conduzimos” em FAROFAFÁ. Seu texto fala um pouco mais que o anterior sobre música (a razão da existência deste site) – e sobre artistas, músicos. Alô, srs. artistas (de rua inclusive), srs. músicos: é com vocês que queremos (também) falar. E obrigado, Bruno, pela autorização, pelo texto e pelo lindíssimo último parágrafo.

P.S.: Mais música? Bruno Torturra, além de jornalista, é músico. Foi integrante (e vocalista) do grupo Os Abimonistas, que lançou em 2003 o álbum Só o Abimonismo Salva.

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE
AnteriorE o mundo não se acabou
PróximoNon ducor, duco
Editor de FAROFAFÁ, jornalista e crítico musical desde 1995, autor de "Tropicalismo - Decadência Bonita do Samba" (Boitempo, 2000), "Como Dois e Dois São Cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)" (Boitempo, 2004) e "Álbum" (Edições Sesc, 2021-2026)

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome