o ultracool frankie beverly, que canta com o grupo de funk maze

trombone shorty, um herói local que ganhou o mundo

o garoto ouvia sua própria banda na hora do show do arcade fire

sasha masakowski impressiona, mas não é por cantar bem

Foi a primeira vez em 12 anos que não choveu no JazzFest de New Orleans. O sol não deu trégua, e acho que foi a vez que mais bebi cerveja até agora.
E na última noite, após escrever um monte, fui ao Howlin’ Wolf, que fica a duas quadras do Rio Mississippi, onde toca de Dr. John ao que sobrou dos Meters, e de onda pedi a cerveja que vi no quadro negro: Arrogant Bastard. Quase morri.
Eu estava em trânsito pelos aeroportos e ainda carregava na mente a imagem vívida de Sonny Rollins tocando de costas para os fotógrafos. Um gigante.
Me diverti ouvindo o papo do garoto brasuca no aeroporto de Miami, voltando para casa em férias: “Agora dou gorjeta no Brasil, porque agora sei como é. Carrego 16 pratos na bandeja”, dizia.
Ouvi uma banda bacana que tá bombadinha em NYC, inspirada em My Bloody Valentine e Dinosaur Jr. Trata-se do Yuck, que é muito britânica.
Já voltei há uma semana, mas não tive tempo para contar nada. Então, conto agora. Eis um vídeo do Yuck (não confundir com Fiuk).

Sabemos que pedir apoio é chato. Mas precisamos falar com você

Mascote FAROFAFÁ FAROFAFÁ é o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes e teatro. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não temos donos bilionários e não corremos atrás de cliques. Isso significa duas coisas:

1. Cobrimos o que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores nem seguir agendas externas.

2. Praticamos o jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu o disco, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Sabemos que nem todo mundo pode contribuir. Mas se nosso trabalho faz diferença na sua relação com a cultura, considere se juntar a quem mantém esse projeto vivo. Qualquer valor conta.

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

2 COMENTÁRIOS

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome