Tudo começou porque dei vazão, no Twitter, a uma fofoca que ouvi semanas atrás (e que não tenho a menor ideia se tem algum fundo de verdade). Ouvi dizer que Dilma Rousseff, eleita, pararia de tingir os cabelos e os deixaria naturalmente grisalhos. Além de ser a primeira presidente brasileira, passaria também uma presidenta grisalha.

Eu acho o máximo, e externei isso via @pdralex.

Para quê. Criou-se uma pequena celeuma lá, com uma maioria de manifestações de que mulher “não pode” deixar de cabelos sem tintura (ao contrário dos homens, que não só podem como são elogiados por serem grisalhos). Logo entrou também o tema da depilação feminina, em registro parecido: basta alguém tocar nesse assunto que, invariavelmente, um monte de gente grita de imediato, indignada pelo temor (fobia, eu diria) de sequer imaginar uma dama de sovacos cabeludos.

Defendi lá no Twitter, e sigo defendendo aqui, que tratam-se de manifestações arraigadamente misóginas. Se o ódio à mulher é moeda corrente, que dirá o ódio à mulher grisalha, o ódio à mulher cabeluda. A geral, composta indistintamente por homens e por mulheres, repete os mesmos clichês de sempre (“não pode!”, “que nojo!”), sem nem pensar sobre o assunto, sem refletir minimamente no quanto de regra, norma, prisão, discriminação, tortura psicológica e misoginia há nessas simples e amplamente obedecidas proposições.

Diz o senso comum: mulher TEM QUE tingir os cabelos. Homem NÃO PODE usar esmalte nas unhas nem batom nos lábios. Mulher que não depila pernas e axilas é NOJENTA. Homem de saia é ASQUEROSO (além de frouxo e bicha, obviamente). Mulher É OBRIGADA a furar as orelhas (não sei por quê, isso me faz pensar em cachorros com os rabos amputados, por razões “estéticas”) para “poder” vesti-las de brincos, argolas e miçangas que tais.

(Em geral não aprecio escrever em MAIÚSCULAS, mas fiz isso agora para ACENTUAR o caráter AUTORITÁRIO e DITATORIAL de tais proposições – ou de ORDENS, prefiro afirmar.)

(Outra coisa que não aprecio fazer, e da qual fugi durante toda a campanha eleitoral, é ficar me detendo às roupas e aos cabelos da candidata Dilma – me parece um modo misógino de tergiversar, de deixar sem discussão as ideias e os pensamentos daquela mulher, de qualquer mulher, algo que nunca se faz com o candidato homem. Hoje baixei a guarda, pelos motivos especiais que você há de entender.)

Pois bem, Dilma Rousseff vem aí, e toco aqui nesses tabus por considerá-los questões quentes e candentes do momento, assim como aborto, casamento gay e toda essa série de temas comportamentais que a campanha presidencial de 2010 tem trazido à tona – de modo bestial, mas paradoxalmente também benéfico, palpito. E se a presidenta Dilma ficar grisalha, quem aí vai fazer mimimi e trololó? O monstro de mil caras da misoginia vai arreganhar também esses dentes, se ela o fizer?

Mas então, volto a tocar no tabu por isso, mas também por uma outra razão, mais que nada, mas que tudo. A discussão no Twitter rapidamente me fez lembrar que em julho passado, quando a revista “Trip” propôs e eu ajudei a executar um reencontro parcial dos velhos Novos Baianos, houve um trecho de entrevista muito emocionante para mim, e que ficou inédito até agora porque eu não soube como encaixar naquele material.

Ali eu estava começando a encaficar um pouco mais com temas como esses, e quem incendiou minha imaginação foi, mais uma vez, uma cantora (e pastora evangélica) absolutamente fenomenal, antes chamada Baby Consuelo, hoje rebatizada Baby do BRASIL (este usado em maiúsculas pela grandeza, não por nostalgias de ditaduras semi-inacabadas). Finalmente achei o pretexto e a motivação para voltar a eles e ao partir agora para a transcrição me deparei, para meu espanto, com uma fileira de alguns dos mesmos assuntos que, meses mais tarde, viriam a frequentar dramaticamente a campanha presidencial.

Sendo assim, convido você agora a passear comigo na van que nos levava de volta à vida real, após a breve visita de Baby, Luiz Galvão, Paulinho Boca de Cantor e Dadi Carvalho ao Sítio do Vovô dos Novos Baianos, velhos cariocas. Falávamos, naqueles trechos, sobre o fato de Baby ser uma única mulher ao redor de quase uma dezena de homens no grupo. Sobre religiosidade. Mais adiante, sobre o rock-samba-frevo-etc. “O Mal É o Que Sai da Boca do Homem”, que Baby Consuelo e Pepeu Gomes defenderam no festival MPB 80 da Rede Globo – e que bateu de frente com a Censura da já agonizante ditadura civil-militar, por conta de versos como “você pode fumar baseado/ baseado em que você pode fazer quase tudo/ contanto que você possua/ mas não seja possuído/ porque o mal nunca entra pela boca do homem/ porque o mal é o que sai da boca do homem”. E sobre Branca de Neve, e sobre cabelos coloridos, e sobre… sovacos cabeludos.

Entrarão aí abaixo uns tantos temas, a meu ver todos apetitosíssimos, e todos aperitivos da sabedoria altamente caótica dessa artista excepcional. Fala, dona Baby do BRASIL.

(Antes, uma última observação, à parte: dedico esse texto, com a maior admiração, ao também excepcional cartunista Laerte, tão maravilhosamente doidão hoje quanto sempre foram Baby & os Novos Baianos.)

*

PAS – Como era ser mulher ali naquela comunidade? Era mais difícil por isso?

BB – É porque eu sou muito macho também, entendeu? Eu sou muito macho. Sou muito menino, e menina, “se Deus é menina ou menino”, né?, somos “masculino e feminino” [faz referência à canção homônima dela, de Pepeu Gomes e de Didi Gomes, gravada em 1983 por Pepeu]. Nunca fui de laço de fita invisível na cabeça. Sempre fui um ser, um ser casualmente feminino. Não gosto de determinadas frescuras femininas e não gosto de certos comportamentos femininos, e também dos masculinos. Acho que nós somos iguais em muitas coisas, e nas nossas diferenças [faz voz charmosa, alongando a letra “a”] nós nos completaaaaamos. (…)

PAS – Baby, como você se relaciona hoje com a sua fase solo, pop, de “Cósmica” [1982], “Telúrica”, “Todo Dia Era Dia de Índio” [ambas 1981]?

BB – Ai… Olha, que delícia isso, sabe por quê? Há muito tempo eu já não estava visitando essa área, porque comecei a compor pro gospel, e muito ligada com esse meu lado “popstora”. Mas alguns convites foram feitos, eu analisei e topei fazer. E aí começa todo mundo a gritar: “‘Cósmica’!”, “‘Telúrica’!”…, e músicas campeãs nisso, que são “Brasileirinho” [1976], “A Menina Dança” [1972], “Menino do Rio” [1979]… O pessoal fica louco. E achei muito gostoso, porque, quando compus muitas dessas músicas, com Pepeu na parceria, eram coisas muito pessoais minhas. A letra de “Masculino e Feminino”, por exemplo, na verdade era “ser uma mulher masculina não fere o meu lado feminino”, que era essa coisa de a Baby ser igual a qualquer um dos Novos Baianos. Mas aí dei pro Pepeu, porque o disco dele ia sair primeiro. Pensei: vai ser um escândalo esse negócio do Pepeu, tá dizendo que ele é gay?, não, não é isso, ele tá falando de um homem feminino. Essas letras todas eram parecidas comigo, falei: “Pô, não sei se esse povo vai entender”. Aí foram entendendo, sempre teve um lado Baby meio brejeira…

Mas quando chegou agora… Tenho encontrado fã que tinha nove anos de idade, apareceu um no show com Elza Soares e Ademilde Fonseca, sei lá com quantos anos, 39, dizendo: “Eu até me converti por causa de você, sou louco por você”, querido, lindo, trouxe todos os discos. Tá vindo coisa de todo lado, tá tudo aparecendo, pra mim tá sendo muito gostoso. Neguinho fala: “Quero ‘Cósmica’!”. “Você conhece?” “Conheço, amo aquela música”, olha que coisa engraçada! Porque é completamente diferente do que todo mundo tá ouvindo…

PAS – É uma fase sua que está sendo revalorizada de um tempo pra cá, como já tinha acontecido com a fase dos Novos Baianos.

BB – Você já sacou isso?

PAS – Sim.

BB – Então não sou só eu que tô sacando, né?

PAS – “Todo Dia Era Dia de Índio” faz o maior sucesso em qualquer festa. (…) Aquelas letras todas soavam esquisitas, talvez não fosse algo que as pessoas estivessem esperando na época, mas a sonoridade era fenomenal.

BB – Marav… [interrompe-se] O disco “Canceriana Telúrica” [1981] tem oito músicas, e das oito quatro foram sucesso total, não sei se você lembra [ô, se lembro, Baby!…]. (…) “Telúrica” e “Cósmica” foram duas palavras que encontrei, achei “Telúrica” uma palavra maravilhosa e tomei a liberdade, como poeta, de usar “telúrica” para ser o “terrestre”, com luz. Ou seja, terrestre é terrestre, vende a mãe por um saco de dinheiro, mas telúrico não vende. Era isso que eu queria dizer. Lembro que uma vez Chico Buarque se encontrou comigo e falou: “Foi maravilhoso você ter encontrado essa palavra e a maneira que você tá usando”. E em “Cósmica” eu falei: “É sintonia espiritual pra ser transcendental”. Era a minha definição, completamente fora do misticismo comum da época. Eu passei por muitas fases, mergulhei em muitas religiões, busquei muito, mas sempre detestei altares fora, isso sempre me deu mal estar, me incomoda. Acho que o altar é dentro, você tem que estar santa por dentro, não é ficar falando da boca pra fora.

PAS – A fase do guru Thomas Green Morton foi um equívoco?

BB – Na fase do Thomas Green me parecia que eu tinha encontrado definitivamente uma porta, uma porta estreita até, e que Deus ia se materializar pra mim a qualquer hora. Porque tudo se materializava, água transformava em óleo e perfume, papel em ouro, os metais entortavam, tudo acontecia. Demorou dez anos pra eu descobrir que aquela energia não era o que eu buscava. Imagina, você tá no meio de materialização e desmaterialização… Quando descobri que não era…

PAS – Essas transformações eram simulações dele?

BB – Não, aquilo acontecia. É uma outra energia, Rá é um principado do Egito, é Lúcifer, que tá amarrado e reconhecido em nome de Jesus – já que perguntou tem que dizer, vai fazer o quê, né? Mas isso é bíblico, conheço porque estudei e sei, está lá na escritura, cada um é um.

PAS – “O Mal É o Que Sai da Boca do Homem” você nunca mais vai cantar?

BB – Não, isso é maravilhoso, é de Jesus…

PAS – A música fala de baseado [na fase evangélica, Baby faz restrições veementes ao tema drogas]…

BB – Essa frase é de Jesus.

PAS – Nessa música você dizia “você pode fumar baseado, baseado em que você pode fazer quase tudo”, isso você não cantaria hoje?

BB – É, eu não quero falar desse negócio. Não falo dessa música, a gente não pode falar dela agora.

PAS – Preciso dizer, eu descobri você em 1980, por causa dela…

BB – É, mas não é pela música, é aonde chega… [Galvão conta que hoje não autoriza mais gravações dessa música, e Baby acaba falando sobre ela] A música falava de fumar, comer e beber, que eram coisas que estavam acontecendo normalmente na nação. Tudo que você fizer, você pode fazer, baseado, baseado em quê? Você pode fazer quase tudo, contanto que você possua, mas não seja possuído. O trocadilho entrou, e entrou muito bem. Fui ao Supremo Tribunal Federal com Pepeu, e quase pegamos uma cadeia de 15 anos, então não quero falar dessa música. Essa frase “contanto que você possua, mas não seja possuído, porque o mal é o que sai da boca do homem”, eu peguei da Bíblia. A ideia era que a juventude entendesse o seguinte: ninguém vai ser babá de você, não. mas se você for possuído por cada droga, que é o que aconteceu, você vai dançar [ela e Galvão divergem, discutem a letra].

Galvão – Essa música ganhou o festival. Um cara do júri chegou pra mim: “Vocês ganharam o festival, mas aí uma pessoa lá disse que essa música tá falando de maconha, na Globo” [o vencedor anunciado foi Oswaldo Montenegro, cantando “Agonia”]. (…)

BB – Você tá falando uma coisa que eu, como autora também [a canção é assinada por Pepeu, Baby e Galvão], não vejo. Não vejo essa música mandando ninguém fumar maconha.

PAS – Posso te contar uma coisa? Eu tinha 12 anos quando “O Mal É o Que Sai da Boca do Homem” apareceu na Globo, morava no interior do Paraná, nunca tinha ouvido falar ou prestado atenção nos Novos Baianos. Descobri Baby e Pepeu naquela ocasião…

BB – Que delícia.

PAS – …e uma coisa que me marcou muito é que você tinha o…

BB – O cabelo debaixo do braço!

PAS – …o sovaco peludo. Isso era muito libertário, não era?

BB – Maravilhoso, maravilhoso.

PAS – Até hoje mulher não pode deixar de raspar…

BB – Pode, poder pode… Eu não raspo debaixo do braço até hoje.

PAS – É? Não era uma coisa pra provocar?

BB – Não, isso é o seguinte: se você pode, por que eu não posso? Eu tinha que ficar raspando todo dia, todo dia, que saco!

PAS – Uma mulher masculina…

BB – Toda hora tem que raspar debaixo do braço, a perna, eu quero música! Eu tenho muito pouco pelo debaixo do braço, e esqueço o tempo todo disso, esqueço de unha, esqueço de tudo. Eu tô doida por guitarra, meu Deus do céu, chega! Agora, acho uma delícia quem tá sem pelo, “ai, que gracinha”, “uma gracinha ela”. Mas isso não muda nada pra mim.

PAS – Não é um machismo da sociedade, que a mulher é obrigada a raspar aqueles pelos e o homem não?

BB – Mas é o seguinte, agora vamos falar o lado bom disso: o pelo debaixo do braço geralmente dá cecê aquele cabeeeelo. Porque tem mulher que não é um cabelo, é um chumaço [risos]. Aí descobriram tirar o cabelo, olha que maravilha, ficou sem cabelo nenhum. Acho maravilhoso também, mas acho que tem que ser livre. Acho maravilhoso a perna lisinha, mais bonito que ela cheia de cabelo, embaralhando, fazendo trança. Agora, o homem fica bem, né?…

PAS – Isso causou falatório em 1980, e se aparecesse hoje uma mulher de braço cabeludo na TV ia causar o mesmo falatório que 30 anos atrás, não?

BB – É, teve uma época que eu pintei o cabelo debaixo de um braço de rosa e o do outro de azul. Não consegui ficar porque começaram a manchar as camisas todas [risos]. As camisas ficaram azuis e rosa debaixo do braço.

PAS – Fez shows assim?

BB – Fiz, falei: “Vou pintar o cabelo colorido, esse povo vai enlouquecer quando eu tirar a primeira foto assim”. Eu já tava curtindo adoidado, né?

PAS – Os cabelos coloridos começaram por quê?

BB – Porque eu era fã da Branca de Neve quando era criança, e ela tinha um cabelo azulão. Tudo que na minha infância eu quis fazer quando fosse grande, eu fiz. A primeira coisa era comer uma panela de brigadeiro. A outra era lamber e comer todo o bolo sem cozinhar ainda – a gente nunca podia comer o bolo antes, então preparei um bolo como tinha que ser e comi ele inteiro, devagarzinho. Deu uma dor de barriga! Essas duas coisas eu consegui, e a outra foi o cabelo da Branca de Neve. [Nos Estados Unidos] Passou uma mulher com um cabelo meio violetado, quando ela passou debaixo do sol eu agarrei ela e falei: “Where?”. Eu não sabia falar inglês, ela tomou o maior susto, eu falei: “Your hair! I’m brazilian, singer, singer!”. Aí ela, meio assim, escreveu, Manic Panic era o nome da tinta. E eu comecei a trazer pro Brasil. Agora consigo comprar aqui mesmo uma que é italiana, mas vende aqui, violeta.

PAS – Nunca mais deixou de pintar desde então?

BB – Não. Já pintei de várias cores, já fiz aquela coisa de arara…

PAS – Tinha uma que era rosa…

BB – É, e essa violeta tem uns cinco anos. [o roadie Zeca lembra da tinta vermelha] Vermelha, não, era “rose red”, ficou um tempão. Era um rosa avermelhado.

PAS – Mas peraí, foi primeiro por causa da Branca de Neve, aí você gostou e manteve?

BB – É, aí eu queria ficar com o cabelo colorido…

PAS – E aí o Pepeu ficou também…

BB – O Pepeu sempre gostou das coisas que eu gosto, tem uma coisa meio de irmão ali, né? E, como ele também fica superbem de cabelo colorido, não vacilou e botou também. Depois ele ficou de louro e preto. A gente geralmente tem que descolorir o cabelo pra pintar, tinha muito isso. Teve uma época que eu pintei de preto, foi quando preto pra mim era coloridíssimo. Pra pintar de preto, é quando o preto entra como uma coisa supermaravilhosa, não como “volte ao normal” – normal onde? Eu não tenho normal. Tudo meu é anormal, graças a Deus.

PAS – Qual é a cor original?

BB – É preto. Mas eu não tenho nada normal, graças a Deus. É tudo fora do normal. Normal?, eu não sei o que é normal. Normal é você ser criativo, livre, com responsabilidade, sabendo amar ao próximo como a ti mesmo. Isso seria o normal.

PAS – Vocês, de cabelo colorido, cantando essas músicas, eram vistos como os doidões da época, assim como os Novos Baianos tinham sido na década anterior?

BB – É, é… É fruto, né?

PAS – Essa imagem continuou, não?

BB – Continua…

PAS – Hoje não sei… Talvez sim, por você ser religiosa e manifestar isso…

BB – É, no meu caso, apesar de falar muito das coisas de Deus, o povo acha hoje isso a maior loucura. E eu fico feliz, porque isso antigamente era a maior caretice. Virou uma loucura bacana…

PAS – É uma coerência sua ao longo do tempo?

BB – Se a gente buscar ser espiritual, sempre tem que estar envolvido com alguma coisa, com algum altar. Não tem altar, vai direto pro Pai. Agora, pra fazer isso você tem que andar com ele. Esse lado eu acho o mais louco de todos, porque envolve você não perder sua identidade, não perder sua criatividade, não ficar religioso, não ficar chato careta. Pô, é um exercício.

PAS – Corda bamba…

BB – É. Mas dá. [Nesse instante, a van chega ao endereço onde vai deixar Baby. Ela distribui beijos a todos, desce e volta para sua vida.]

*

E aí, me conta? Conseguiu ler SEM preconceitos o que Baby Consuelo do BRASIL tem a dizer? Vamos passear nos Estados Unidos do BRASIL?

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