A cantora Alice Caymmi canta na noite de abertura do evento. Foto: divulgação
A cantora Alice Caymmi canta na noite de abertura do evento. Foto: divulgação

Apesar do ataque sistemático de Jair Bolsonaro e seus escalões de governo às artes, à cultura e ao pensamento nacional, certos eventos já consolidados no calendário cultural do país, resistem. Em São Luís do Maranhão tem início, neste sábado (5), a 14ª. Aldeia Sesc Guajajara de Artes, realização do Sesc/MA, que conjuga diversas linguagens em palcos distribuídos por vários bairros e municípios da ilha.

A abertura acontece às 17h, na Concha Acústica Reinaldo Faray, na Lagoa da Jansen. A noite terá apresentação de Victor Silper, performance “O fogo de Prometeu”, do coletivo O Circo tá na Rua, show da Orquestra Maranhense de Reggae, discotecagem de Fê Marques e, encerrando a noite, o show “Pop”, da carioca Alice Caymmi.

Até a sexta-feira seguinte (11), a programação inclui vivências e espetáculos circenses, teatrais e de dança, performances, shows musicais, rodas de diálogos, saraus literários, mostras de cinema (uma delas dedicada ao cinema marginal) e palestras.

Entre os destaques da programação estão o show do ótimo Quarteto Buriti – dia 10, às 19h, no Teatro Sesc Napoleão Ewerton (Av. dos Holandeses, Jardim Renascença II) –, o  concerto com a Orquestra Sesc Musicar (que trabalha o ensino de música para crianças e adolescentes em bairros da periferia da capital maranhense) – dia 11, às 17h30, no Ceprama (Madre Deus) – e o show de encerramento, com MC Tha – dia 11, às 20h30, no Ceprama.

A programação é gratuita e os ingressos podem ser retirados com uma hora de antecedência, no local das apresentações.

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome