Os cantores e compositores Romulo Fróes e Tiago Rosas. Foto: Luan Cardoso. Divulgação
Os cantores e compositores Romulo Fróes e Tiago Rosas. Foto: Luan Cardoso. Divulgação
Eu não tenho fim. Capa. Reprodução
Eu não tenho fim. Capa. Reprodução

Romulo Fróes e Tiago Rosas prometem “Na goela”, disco em dueto, para 2023. Sem pressa, disponibilizam, na próxima sexta-feira (20), nas plataformas de streaming, o segundo single do álbum, “Eu não tenho fim” (clique aqui para fazer a pré-save), outra música composta em parceria durante a pandemia – o primeiro single lançado foi “Um por um”, com letra carregada de angústia pelo número de vítimas de covid-19, que infelizmente não parou ainda de crescer.

A inspiração para “Eu não tenho fim” surgiu a partir de uma postagem do poeta Marcelo Ariel nas redes sociais, citando o provérbio zulu: “uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas”. Fróes e Rosas escrevem sobre esse sentido de coletividade e solidariedade que acreditávamos, ainda no início da pandemia, sairiam fortalecidos da experiência que ainda estamos atravessando (infelizmente estávamos enganados). “Sou a cara de quem morreu/ sou o filho de um filho meu/ sou ninguém, eu sou quem perdeu/ sou pavio/ que não acendeu/ sou o rio/ que desapareceu”, diz a letra, que em certa medida troca a angústia pela esperança.

Na faixa, Romulo Fróes (voz) e Tiago Rosas (voz e violão) são acompanhados por Guilherme Held (guitarra), Marcelo Cabral (baixo) e Lucas Fixel (bateria). A capa do single é uma imagem do trabalho “Lajes” (1995), do artista plástico Nuno Ramos (também compositor e parceiro de Fróes em diversas músicas).

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome