Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE
Anterior#SouForrozeiroComOrgulho
PróximoMENINOS DO RIO
Editor de FAROFAFÁ e da agência Amazônia Real, professor da Cásper Líbero, é doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Vê menos peças do que gostaria e muito mais do que pode publicar. Prefere exposições e livros do que as redes sociais. linkedin.com/in/eduardonunomura/

3 COMENTÁRIOS

  1. bacana. bonito. mas essa afirmação veemente de orgulho regionalista é tão… chata (ou antiquada). parece a torcida do grêmio e do inter cantando a letra de “canto alegretense” em cima da melodia do hino nacional… (nada menos contemporaneo, não?! – curiosamente, o último post no meu blog é (também) sobre um duo porto riquenho que exalta a américa latina)

    outra: o discurso dele até pode ser um pouco diferente aqui e acolá, mas continua a ser o mesmo blá-blá-blá de aqui (na periferia, no nordeste) a vida é dura, mas eu sou foda.

    nos últimos anos, além do criolo e da xuxu, não lembro de ter ouvido nada de relamente bacana de artistas que abraçam esse estilo (o emicida é legal, mas é mais do mesmo no talo, não?!).

    • Jean, será que é o mesmo blá-blá-blá de sempre? O Rapadura é nordestino num Brasil preconceituoso com o Nordeste, é rapper num território arredio ao rap, e pode até falar o óbvio mas num país onde até o óbvio não é dito. Vou dar uma lida no seu portoriquenho!

  2. Concordo com o que o amigo disse, mas espero muito que nordestinos entrem no rap cada vez mais, pq a sonoridade do sotaque no flow fica muito boa. Queria ver uns gaúchos e uns amazonenses também.

    Aliás, o nome dele é demais RAPaDura

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome