retratista.
aquilo que nunca serei, por falta de talento e condições técnicas.
mas eis que ando fazendo uns retratos para consumo pessoal, e revelo aqui três deles de pessoas que me emocionam por diferentes razões.


A fotógrafa, pesquisadora e curadora Maureen Bisilliat, de 77 anos, inglesa de Englefieldgreen, filha da pintora Sheila Brannigan (1914-1994), aqui fotografada na sala de sua casa, entre apetrechos indígenas e objetos dos cultos afrobaianos


O cantor ítalo-brasileiro Michele Gravina, que anima as jornadas gastronômicas no restaurante O Velhão, na Serra da Cantareira, cantando sucessos românticos como Champagne, Luna Caprese, Vivere, La Belle Donne, entre outros, e cuja família é proveniente “do Calcanhar da Bota”.


O arquiteto brasileiro João Filgueiras Lima, de 76 anos, carioca do Encantado, cujo apelido é Lelé, nome de um meia direita do Vasco lá pelos idos de 1947, 1948, e que se insere na galeria dos grandes arquitetos do mundo; desenvolveu a tecnologia construtiva dos 10 hospitais da Rede Sarah, modelo internacional de construção hospitalar; projetos de residências de lelé, menos conhecidos, estão entre os mais revolucionários da arquitetura moderna.

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Jotabê Medeiros, paraibano de Sumé, é repórter de jornalismo cultural desde 1986 e escritor, autor de Belchior - Apenas um Rapaz Latino-Americano (Todavia, 2017), Raul Seixas - Não diga que a canção está perdida (Todavia, 2019) e Roberto Carlos - Por isso essa voz tamanha (Todavia, 2021)

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