A desolação solitária de James Rodriguez no meio de uma torcida invisível.
O sorriso de universo em desencanto do treinador do Japão, Akira Nishino.
A cabeça geométrica de Mina.
O ar de desorientação espacial de Iniesta.
O bloco monolítico do corpo de Xherdan Shaqiri na linha de fundo que acabou e ele não notou.
Os braços pesados de tatuagens em movimento de Sampaoli, como se pertencessem a um semideus de desenho animado da Polinésia.
As pétreas orelhas de abano de Herrera, do México.
O esgar levemente aliviado de Salah.
O praguejar sincero de CR7 contra a sorte da porra do adversário.
Tem tanta literatura na queda que quase não tenho mais prestado atenção à elevação.
Vou corrigir essa postura. título: do livro anna karenina, de tolstoi, leon.
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