Para quem teve a cara-de-pau de retrucar o imenso simbolismo guardado na continência batida pelos militares para Dilma Rousseff: se as Forças Armadas de hoje fossem 100% diferentes das Forças Armadas de 1964, 1968 ou 1974, elas (el”a”s, as armas, as frágeis-forças) já teriam pedido desculpas desassombradas pelo que fizeram em 1980, em 1975, em 1974, em 1968, em 1964…

Do mesmo modo, já teriam pedido desculpas os banqueiros, donos de jornais e redes de TV, industriais e outros presidentes de instituições “respeitáveis” que guiaram a (gigantesca) parte civil da ditaDURA civil-militar brasileira de 1964-1984.

Há muitos esqueletos ainda escondidos em nossos armários, nem vem que não tem ventriloquar papagaísmos-de-pirata do globismo ditabrando (im)popular brasileiro.

Mantra para para 2011: pensa com a tua própria cabeça, faz com teus próprios braços, querido sem ouro, querida sem hora.

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Editor de FAROFAFÁ, jornalista e crítico musical desde 1995, autor de "Tropicalismo - Decadência Bonita do Samba" (Boitempo, 2000), "Como Dois e Dois São Cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)" (Boitempo, 2004) e "Álbum" (Edições Sesc, 2021-2026)

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