eu admirei a retidão e elegância do velho boris schnaiderman e sua boina ucraniana.
nos emocionamos com versos sempre novos: “essas ruas mortas onde não se ressuscita o vento”. “e o menino curandeiro tem mil anos”. “chove sobre mim a minha vida inteira”.
rimos com a história sobre o medo de um sidecar de motocicleta.
mil pensamentos velozes que não se tocavam: a cachaça de garrincha & adriano do flamengo, a bonita decoração simples do apartamento em frente, o jeitão destemido do edvaldo, a dificuldade para definir xico em um texto apolíneo no dia seguinte.
tinha de ter mais poesia na rua no sábado à noite.
Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!
Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.
Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:
1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.
2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.
Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!
BELA CELEBRAÇÃO. XAMÃS TOMARAM O PALCO. O SÁBADO ERA DE CHUVA, E VIROU UM LINDO DOMINGO DE LUA!
PIVA VIVO!
– VIVA!
que time!