eu admirei a retidão e elegância do velho boris schnaiderman e sua boina ucraniana.
nos emocionamos com versos sempre novos: “essas ruas mortas onde não se ressuscita o vento”. “e o menino curandeiro tem mil anos”. “chove sobre mim a minha vida inteira”.
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rimos com a história sobre o medo de um sidecar de motocicleta.
mil pensamentos velozes que não se tocavam: a cachaça de garrincha & adriano do flamengo, a bonita decoração simples do apartamento em frente, o jeitão destemido do edvaldo, a dificuldade para definir xico em um texto apolíneo no dia seguinte.
tinha de ter mais poesia na rua no sábado à noite.
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BELA CELEBRAÇÃO. XAMÃS TOMARAM O PALCO. O SÁBADO ERA DE CHUVA, E VIROU UM LINDO DOMINGO DE LUA!
PIVA VIVO!
– VIVA!
que time!