Os tripulantes falam com sotaque italiano, espanhol, português (do Brasil), português (de Portugal).
A comissária Christiane F., simpaticíssima, contou que até hoje não viu Roberto Carlos de perto. Só viu na chegada (no triciclo, será?), e num trechinho de show. “Não é permitido, mas eu sou brasileira, nós fomos dar uma espiada mesmo assim.”
hoje tem show dele, ele está a bordo. Não é meu dia, meu dia é sexta. Eu vou mais é no show do Exaltasamba à beira da piscina. Chance única, não perco por nada.
E o sol começa a se pôr na baía. Será que só da água (saudades máximas de Belém) que a gente vê direito o pôr-do-sol?
Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!
Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.
Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:
1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.
2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.
Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!