Pois então. Soa mais ou menos surreal aos meus próprios ouvidos dizer isso, mas dentro de poucas horas estarei embarcando no navio Costa Concórdia, para participar pela primeiríssima vez de uma experiência que muitos conhecem como “Projeto Emoções em Alto Mar”. É, o cruzeiro do Roberto Carlos, isso mesmo.

Entrarei de gaiato no navio, mas sob convite direto da Léa Penteado, que trabalha com RC em pessoa (além de ser autora de uma interessantíssima biografia do Flávio Cavalcanti – com quem também trabalhou -, até onde eu sei totalmente desaparecida do mercado editorial). O convite é honroso por si só, mas Léa me deixou feliz como pinto no lixo ao dizer que me chamava não como jornalista, mas como “robertólogo”. Preciso falar mais nada, né?

Mas o diabo é que onde eu vou o jornalista vai junto… E então a comichão maior do momento é fazer um diário de bordo em formato de blog, twittar, inventar sei lá o que para descrever o (…aposto…) indescritível. Não é uma promessa juramentada, porque vai depender das condições telefônicas e internéticas do bonde do rolê, mas pode saber: só não vai acontecer algo por aqui (e por acolá) se os deuses da informática e da telefonia fizerem greve.

Então fui, quase fui.

(Mas, ah, não: e o Roberto Carlos, hein? Chegando de triciclo ao navio? E passando o dia devotado a Iemanjá embarcado em alto-mar? Hein?)

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Cobrimos o que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores nem seguir agendas externas.

2. Praticamos o jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu o disco, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Se nosso trabalho faz diferença na sua relação com a cultura, considere se juntar a quem mantém esse projeto vivo. Qualquer valor conta.

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE
AnteriorFUERGA
Próximolá nesse lugar o entardecer é lindo
Editor de FAROFAFÁ, jornalista e crítico musical desde 1995, autor de "Tropicalismo - Decadência Bonita do Samba" (Boitempo, 2000), "Como Dois e Dois São Cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)" (Boitempo, 2004) e "Álbum" (Edições Sesc, 2021-2026)

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome