Artista, eu?
Sacode, sacode, sacode aí, muchacha. Eu tenho 20 anos. Sou mãe do Josué. Nasci em Manaus, sou amazonense. Em Manaus, não conhecia o tecnomelody,...
Quem tem medo de Joelma?
Um repórter que luta contra os próprios preconceitos vai além do maniqueísmo e observa, ao vivo, a realidade bem mais complexa e diversificada de...
A antropofagia virou música no Pará
A música paraense se encontra consigo mesma e recebe apoio do governo tucano local para divulgar sua diversidade, dos jovens Lia Sophia e Felipe...
A superlua me traiu
"Meu amor, arrume as malas que vou viajar/ tchau, goodbye pra você/ Nova York, Cuba, Tóquio, pra qualquer lugar/ bem longe de você." Cantados...
Gaby Amarantos (não) vai para o céu
"Um lamento triste sempre ecoou/ desde que o índio guerreiro foi pro cativeiro e de lá cantou/ negro entoou um canto de revolta pelos...
Xirley Xarque, diva paraense
http://www.youtube.com/watch?v=niGt6fhwMtA&feature=youtube_gdata_player
Banda Uó, uma lição de vida e os caminhos do novo pop brasileiro
Eu e DJ Maluquinho, um dos inventores do tecnobrega, começamos a encher a cara desde cedo. Daí o nosso estado precário quando a Banda Uó subiu...
A índia negra branca do Pará (*)
A cantora e compositora Gaby Amarantos, um dos simbolos do tecnobrega paraense, assimilou o pop estrangeiro e hoje reafirma as múltiplas identidades da Amazônia...


