sexta-feira, março 6, 2026

Mamãe era uma pedra rolante

Era início da década de 1970, quando plágio já era plágio, mas a parte mais criativa da humanidade ainda não havia inventado samplers, manguebit,...

Gaby Amarantos (não) vai para o céu

"Um lamento triste sempre ecoou/ desde que o índio guerreiro foi pro cativeiro e de lá cantou/ negro entoou um canto de revolta pelos...

Pressão & frisson nos Brasis

Dos discos que têm me interessado, falo do que mais me emociona. Aquele que me pegou pelo ouvido, pelo quadril, pelo coração. Um dos...

A Globo quer o tchu, o tchá…

"Eu quero tchu. Eu quero tchá. Eu quero tchutchatchatchatchatchá." Estamos naquele que ficou conhecido como horário nobre da televisão brasileira, da Rede Globo. A...

Orgulho masculino

Com tom de voz suave e delicado e sob musicalidade luminosa, o moço de feições indígenas canta histórias não exatamente felizes. "Sempre costurando o peito,...

Chão de estrelas

Em alguns lugares, ouvi ou li que esta Virada Cultural foi um fracasso. Pouca gente pela rua, espetáculos esvaziados, problemas de estrutura. Uma grande...

Dona Onete, bem longe da gourmetização do brega

Há 39 ilhas nos rios do entorno de Belém do Pará. Dona Onete é o tipo de artefato cultural capaz de ligar todas essas...

Inezita Barroso, suave na nave

  Inezita Barroso, dama majestosa da “Moda da Pinga”, do folclore (como ela gosta de dizer) e da música caipira brasileira e paulista, está na...

Foi, foi, foi…

Meu nome artístico é  William Love, tenho 20 anos. Sou nascido em Abaetetuba, no interior do Pará. Abaeté, em tupi, quer dizer homem forte,...

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