adilson raimundo, o adilson jackson, em los angeles

adilson raimundo de paula deixou belo horizonte há 14 anos para dançar imitando michael jackson no central park, em nova york.
pouco tempo depois, ele veio para los angeles, dançar por uns trocados no santa monica boulevard. aprendeu também tap dancing e conta que hoje consegue fazer uma performance que soma “28 talentos”, como dizem aqui: fred astaire, nicholas brothers, jazz, samba de breque, entre outras coisas.
vive atualmente em salt lake city, mas estava esta tarde na frente do staples center, onde o encontrei.
“estava vestido como michael agora há pouco. tirei a roupa porque tava quente demais. amanhã eu venho de novo. você vai estar aqui? danço para você. eu uso uma peruquinha porque o cabelo está ralo hoje em dia”, explica.
então, amanhã tenho um encontro com adilson jackson, como ele se anuncia.
adilson, que tem 36 anos, não tem ingresso para o show, mas virá assim mesmo. diz que não poderia deixar de prestar sua homenagem ao homem que tem sido seu ganha-pão desde que chegou aos estados unidos.
e também tenho um encontro com smokey robinson e stevie wonder, supra-sumo da black music americana.
“o legado dele? ele foi um inovador. o legado dele foi ser michael jackson”, disse smokey ontem.
“eu não seria nada sem michael jackson”, disse usher.

eu, da minha parte, devo confessar que sem michael jackson estaria sem torcicolo e com o sono em dia. teria tomado menos café da starbucks.
duas viagens para los angeles em uma semana podem acabar com a saúde de um bagual.

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