Nauliza. Frame. Reprodução
Nauliza. Frame. Reprodução

A alegria do povo apesar de suas necessidades é um dos cimentos que ajudam a construir a ponte entre Bahia e Tanzânia em “Navio pirata”, novo álbum do BaianaSystem, disponibilizado nas plataformas de streaming na última sexta-feira (12). O disco abre a trilogia “OxeAxeExu”, cujas outras duas partes, “Recital instrumental” e “América do sol”, serão lançadas dias 5 e 26 de março, respectivamente.

Ontem a banda disponibilizou o videoclipe de “Nauliza” – palavra do suaíli, língua falada na Tanzânia, que significa “eu pergunto” –, com participações especiais dos tanzanianos Makaveli (voz) e Jay Mitta (sample base). Outras músicas do disco contam com as presenças de BNegão (em “Reza forte”), Tonho Matéria (“Catraca”) e Céu (“O que não me destrói me fortalece”).

Os convidados se unem ao suingue do BaianaSystem, reafirmando a força do som do grupo: música para dançar, mas sem abrir mão de pensar, de expressar insatisfação com as desigualdades sociais, o aparentemente intransponível fosso entre os mais abastados e os menos favorecidos.

“Nauliza” foi composta – em parceria com Makaveli, Jay Mitta, Roberto Barreto e SekoBass – por Russo Passapusso (voz). O artista conversou sábado passado (13) com este repórter e Gisa Franco, no Balaio Cultural, programa apresentado por ambos aos sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM, de São Luís do Maranhão. Você pode ouvir a entrevista a partir do minuto 32’43” do vídeo a seguir.

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