Sobre Mallu Magalhães.

P.S. em 24 de março. Copio abaixo e faço minhas as palavras que o Bernardo deixou registradas na caixa de comentários:

“Minha angústia com a Malu é a de ver uma refém da necessidade da gente (mídia, pensadores dos novos tempos) em achar uma ilustração brasileira pra umas ideias que a gente entende e compra antes de averiguar. Tipo fenômeno de internet, artista que amadurece em tempo real sob as câmeras, artista do quarto pro mundo, e outras mais.

Ao mesmo tempo, pouca gente se identifica com ela nesse sentido que você pescou bem: imaginar-se na pele dela aos 17 na frente de 800. E não são 800 quaisquer, curiosos, né? São 800 com uma opinião já pronta só esperando o ok do show ao vivo pra assinar embaixo.

Enfim, tá na chuva não vai sair seca, mas um pouco menos de crueldade da gente só faz bem, eu acho”.

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE
AnteriorTALL AS A MOUNTAIN
PróximoMGMT
Editor de FAROFAFÁ, jornalista e crítico musical desde 1995, autor de "Tropicalismo - Decadência Bonita do Samba" (Boitempo, 2000), "Como Dois e Dois São Cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)" (Boitempo, 2004) e "Álbum" (Edições Sesc, 2021-2026)

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome