“Lá pelo dia 15 de dezembro, a família Leminski baixava no meu apartamento no Rio de Janeiro para passar as festas do final de ano. Eu adorava aquela turma do leminski, a gente passava dias fazendo música, escrevendo, bebendo, tocando. Foi um dos períodos mais criativos da minha carreira. Um dia a gente tava sem fazer nada e resolveu tomar um ácido para animar. Tomamos o ácido e ficamos lá, mas o negócio não batia. virou uma pasmaceira, a gente lá e o ácido não batia. Até que o Leminski levantou e disse, com aquele jeitão dele: ‘Ôrrrra, esse ácido deve ser fajuto! Esse tempo todo parado aqui e nem um verso, nem uma rima?!?’”
O VELHO NOVO BAIANO MORAES MOREIRA, NA SEXTA À NOITE, DURANTE O SHOW ‘ESSA NOITE VAI TER SOL’, NO ITAÚ CULTURAL
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