aqui, espalho um dos modos que escolhi, entre inúmeros possíveis e praticados, para ver os pedacinhos de brasil nos quais amanheci 2008. como você certamente vai perceber, o repertório de individualidade, imaginação e personalidade cada um(a) dele(a)s é tão amplo e rico quanto (posso apostar) o de s(e)u(a)s dono(a)s – que, lá vou eu insistir de novo, só pra variar, somos “nozes”.

que ele(a)s são do povo, são o povo, tão profundamente como é profundo este lugar aqui, e acho que é por isso que eu os amo tanto (isso sem mencionar, já mencionando, a deliciosa constatação de que prestar tanta atenção neles fez dos meus dias de descanso no amanhecer de 2008 uma experiência pelo menos uns 30% mais sorridente e divertida).

com vocês, sua majestade, em algumas de suas 10(000000)01 encarnações.


































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