aqui, espalho um dos modos que escolhi, entre inúmeros possíveis e praticados, para ver os pedacinhos de brasil nos quais amanheci 2008. como você certamente vai perceber, o repertório de individualidade, imaginação e personalidade cada um(a) dele(a)s é tão amplo e rico quanto (posso apostar) o de s(e)u(a)s dono(a)s – que, lá vou eu insistir de novo, só pra variar, somos “nozes”.
que ele(a)s são do povo, são o povo, tão profundamente como é profundo este lugar aqui, e acho que é por isso que eu os amo tanto (isso sem mencionar, já mencionando, a deliciosa constatação de que prestar tanta atenção neles fez dos meus dias de descanso no amanhecer de 2008 uma experiência pelo menos uns 30% mais sorridente e divertida).
com vocês, sua majestade, em algumas de suas 10(000000)01 encarnações.
Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!
Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.
Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:
1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.
2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.
Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!