Mostra homenageia Luiz Gonzaga aos 30 anos de sua morte
Mostra homenageia Luiz Gonzaga aos 30 anos de sua morte

O pernambucano de Exu Luiz Gonzaga (1912-1989) comunica-se com a periferia da cidade de São Paulo. O espaço de transição centro-periferia é o Centro Cultural Santo Amaro, que inaugura neste dia 9 a exposição Luiz Gonzaga, na Eternidade dos 30!

A mostra se divide em sete estações e mais dia seções, onde estão reunidos discos, livros, revistas, partituras e fotos do acervo do Instituto Memória Brasil. As estações se dividem em Rádio, Vitrola, Sanfona, Cordel, Você Sabia, Panôs e Interativa. Na Estação Vitrola, por exemplo, o visitante pode ouvir raridades como Peggy Lee cantando “Juazeiro”, e modernidades como a versão de David Byrne e Forró in the Dark para “Asa Branca”.

Um espaço destinado aos álbuns gravados por Gonzagão reúne 32 de seus LPs, e o ambiente Móvel Antigo reúne fotos, partituras e um exemplar do livro O Sanfoneiro do Riacho da Brígida, com assinatura de Luiz Gonzaga datada de 1967.

A mostra tem direção geral da jornalista Sylvia Jardim e curadoria do pesquisador de cultura popular Assis Ângelo. Fica em cartaz até 7 de novembro.

Imagem que integra a exposição sobre Luiz Gonzaga
Imagem que integra a exposição sobre Luiz Gonzaga
Luiz Gonzaga, na Eternidade dos 30! No Centro Cultural Santo Amaro (Av. João Dias, 822, Santo Amaro, São Paulo). De segunda a domingo, das 10h às 17h. Grátis.

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome