O roteirista, escritor e quadrinhista inglês Alan Moore, autor de Watchmen e V de Vingança e A Liga dos Cavalheiros Extraordinários, é um cara, digamos… estranho.
Digo estranho não pela excentricidade, nem pelo tamanho da barba, mas pela forma como encara a própria atividade profissional.
“Após todos esses anos de trabalho no seio da indústria dos quadrinhos e ficando louco silenciosamente, isso aqui é o que emergiu”, ele disse.
“Isso aqui” é UNEARTHING, um audiobook.
Trata-se de uma espécie de biografia não-autorizada de um ídolo de Alan Moore, o também cartunista Steve Moore (que não é parente de Alan), e por meio dessa biografia, Alan conta também como se deu a evolução dos quadrinhos ingleses.
O próprio Steve, que é vivo, ficou surpreso, dizendo que não é muito comum ficar assistindo à vida privada da gente sendo exposta dessa forma.
Mas Alan Moore foi ainda mais longe: ele mesmo conta a história, com música de fundo.
Musiquinha? Você quem falou, não eu. Na verdade, a trilha da CAIXA inclui música feita sob encomenda para a história por Mike Patton (Faith No More), Stuart Braithwaite (Mogwai), Crook&Flail, entre outros.
A caixa UNEARTHING contém um VINIL, um CD AUDIOBOOK, um CD COM TRILHA SONORA, e um livro de fotografias também exclusivo, de Mitch Jenkins.
A história toda saiu no New York Times de hoje.
http://www.nytimes.com/2010/07/27/books/27moore.html

UNEARTHING está à venda por 50 libras na internet:
https://lexrecords.com/shop/pages/view.php?stockcode=LEX090BOX
Se eu tivesse 50 libras eu compraria.
Eis o vídeo que o NYT postou com Alan Moore lendo trechos:

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Cobrimos o que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores nem seguir agendas externas.

2. Praticamos o jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu o disco, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Se nosso trabalho faz diferença na sua relação com a cultura, considere se juntar a quem mantém esse projeto vivo. Qualquer valor conta.

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome