O governo nomeou hoje Alessandra da Silva Martins como nova Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em São Paulo. Alessandra tinha sido nomeada, em março, pela efêmera ex-secretária Especial de Cultura, Regina Duarte, para a diretoria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual daquela pasta. Ao ser nomeada, foi informado que ela tinha “vasta atuação no campo das artes e dos esportes, com especialização na área (sic)”.

“Alessandra Martins promoveu uma série de ações envolvendo personalidades do meio artístico e esportivo. No setor de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual, ela acompanha os debates no Brasil e no exterior com foco na preservação e respeito às normas vigentes”. Esse era o currículo divulgado, rico em detalhes. Não há qualquer menção a experiência anterior, mesmo que fictícia, em patrimônio histórico.

Segundo o site do Iphan, a estrutura do órgão comporta 27 superintendências estaduais que respondem pela coordenação, planejamento, operacionalização e execução das ações do instituto, em âmbito estadual, e supervisão técnica e administrativa dos 28 escritórios técnicos. As superintendências estão vinculadas diretamente à presidência do Iphan e são responsáveis pela articulação entre as esferas de poder local, organismos e instituições da sociedade civil ou empresas.

Os parques históricos nacionais também funcionam sob a supervisão direta das superintendências e a gestão desse patrimônio material e natural é partilhada entre o Iphan e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Quem assina a nomeação é Marcelo Álvaro Antonio, ministro do Turismo.

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