Guilherme Zanela, em História Natural do Amor - Foto Val Luna
Cena de História Natural do Amor - Foto Val Luna

A sinopse desta montagem é esta: “Baseado nos ensaios publicados pela N-1 Edições Ética Bixa: Proclamações Libertárias para uma Militância LGBTQ, do filósofo espanhol Paco Vidarte, e Pelo Cu: Política Anais, de Javier Saez e Sejo Carrascosa, a peça História Natural do Amor traz em cena o ator Guilherme Zanela propondo discussões sobre os perigos, tabus, impasses e questões que cercam as sexualidades não-hegemônicas no Brasil e no mundo.”

História Natural do Amor parte de referências do próprio ator Guilherme Zanela para refletir como a homossexualidade continua sendo um tabu em muitas sociedades contemporâneas. Zanela expõe ao público que cresceu em um ambiente machista e heteronormativo. Na pesquisa para o texto, o ator e o diretor José Fernando Peixoto de Azevedo fizeram leituras para compor uma narrativa que buscasse ser um retrato fiel do universo gay.

Para completar a estrutura cênica, jogos cênicos com imagens projetadas na parede abrem espaço para intervenções de Zanela sobre o que a plateia está vendo. Os mesmos recursos já foram usados em Navalha na Carne Negra, montagem de impacto sobre o texto de Plínio Marcos.

História Natural do Amor. De José Fernando Peixoto de Azevedo. No Teatro Laboratório da ECA-USP (Rua da Reitoria, 215), dias 19 (às 21 horas) e 20 de outubro (20 horas), gratuito; e na SP Escola de Teatro (Praça Franklin Roosevelt, 70), de 23 a 31 de outubro, quartas e quintas (às 21 horas), com ingressos a 20 reais.

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