A história é grande. A Cor do Som começou como um conjunto de rock dentro dos Novos Baianos, com Pepeu Gomes (guitarra), Jorginho Gomes (bateria e bongô), Baixinho (bateria e bongô) e Dadi Carvalho (baixo). Com o fim dos NB, adquiriu vida própria em 1977, primeiro como grupo predominantemente instrumental, com Dadi, Mu Carvalho (teclados), Gustavo Schroeter (bateria) e Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), depois também Ary Dias (percussão).

A virada rumo ao pop-rock dos anos 1980 aconteceu em 1979, e o grupo passou a colecionar sucessos felizes de rádio como “Abri a Porta” (1979), “Zanzibar (As Cores)” (1980), “Alto Astral” (1981), “Menino Deus” (1982), “Dentro da Minha Cabeça” (1983)… Algumas dessas canções anteciparam em cerca de uma década o advento carnavalesco da axé music. Houve um grande hiato de 1987 a 2018, interrompido apenas por dois discos ao vivo. No ano passado saiu o CD comemorativo 40 Anos, com inéditas e novas versões dos sucessos de antigamente, com participações de Gilberto Gil (autor de “Abri a Porta” com Dominguinhos), Flávio VenturiniDjavanLulu SantosSamuel Rosa e outros.

 

Os shows que A Cor faz na sexta-feira (4), no Sesc Pinheiros de São Paulo, e sábado (5), no Sesc Guarulhos, mantêm a formação com Armandinho, Ary, Dadi, Gustavo e Mu, e trazem como convidado especial o ex-colega nos NB Moraes Moreira.

 

Precisamos de um quilo de farinha pra fazer FAROFAFÁ!

Mascote FAROFAFÁ Somos o único veículo crítico e progressista dedicado exclusivamente ao jornalismo cultural, nas suas mais variadas frentes: livros, filmes, música, artes, teatro etc. Se você chegou até aqui é porque está do nosso lado. Ajude FAROFAFÁ a fortalecer o debate e a cultura brasileira.

Diferente dos grandes veículos, não somos donos bilionários e não corremos atrás de cliques a qualquer custo. Isso significa duas coisas:

1. Farofafá trata do que importa para a cultura brasileira — do teatro de grupo às periferias musicais, da literatura marginal às artes visuais — sem precisar agradar patrocinadores.

2. Praticamos jornalismo de fôlego. Críticas, reportagens e ensaios nascem de quem foi ao teatro, ouviu a música, leu o livro, viu a exposição. E tudo o que publicamos é gratuito para qualquer leitor — e queremos que continue assim.

Você pode ajudar a deixar Farofafá mais forte e vibrante! Escolha sua forma de contribuir e vamos farofafar juntos!

Escolha como apoiar

Saiba mais em farofafa.com.br/apoie

PUBLICIDADE

DEIXE UMA REPOSTA

Por favor, deixe seu comentário
Por favor, entre seu nome