Então, eis-me de volta do Pará, ainda nutrido de rio, frutas, peixes, tacacá, floresta, sorvete e tecnomelody.

Só pra esquentar os tamborins, porque eu tinha prometido avisar aqui no blog: este seu criado se encontra nas bancas, em três versões diferentes.

Na “Cult” 140, está a coluna “As novas donas do pedaço”, continuação e conclusão daquela história do texto As bruxas, elas existem ou não?

Na “Rolling Stone” 37, há um perfil de Seu Jorge e uma resenha do (ótimo) disco “Beijo Bandido”, novo do Ney Matogrosso.

No número 1 da “Billboard Brasil”, escrevo a reportagem de capa, sobre adivinha quem?, “o número 1”, Roberto Carlos. Não podia contar aqui, mas andei pelos bastidores do show dos 50 anos, e conto lá um pouco do que vi. Pessoal tem elogiado o box “O rei e eu”, que, modéstia à parte, é meu favorito também.

Ah, e tem também um perfil do escritor Santiago Nazarian, que escrevi para a “Revista Gol” – mas essa acho que não vai para as bancas (ou estou enganado?), só circula dentro de avião.

Mais tarde, aos poucos, como de costume, vamos colocando (e debatendo, se vocês assim quiserem) os textos por aqui.

E daqui a pouco vem mais coisa…

(*) Título inspirado no sensacional hit tecnobrega ouvido a cada esquina de rua, a cada curva de rio e a cada clareira de floresta do Pará, aquele que diz assim, “gatinha, do que você gosta mais,/ de red label ou ice?/ pra mim tanto faz/ red lable ou ice”. Adoooro.

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Editor de FAROFAFÁ, jornalista e crítico musical desde 1995, autor de "Tropicalismo - Decadência Bonita do Samba" (Boitempo, 2000) e "Como Dois e Dois São Cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)" (Boitempo, 2004)

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