Então vamos brincar de seguir a sugestão do Ivan. Tio @pdralex irá cricriticar o disco novo de Ana Carolina, “N9ve”, ao vivo, hoje (sexta-feira 14), a partir das 16h30 em ponto, via Twitter. Convido todo mundo a comparecer, e imagino que pode vir a ser especialmente divertido para quem quiser levar seu próprio exemplar do “N9ve” e ouvir junto. E aí vale tudo (até dançar homem com homem e mulher com mulher): participar, palpitar, discordar, sabotar, criticar, elogiar etc. etc. etc.

Então é isso, hoje, 16h30, no @pdralex do www.twitter.com

P.S.: alguns subsídios acrescentados às 13h24. Segue abaixo tudo que escrevi sobre Ana Carolina nos tempos de “Folha de S.Paulo”, e a seguir apenas uma menção indireta na “CartaCapital”.

“Folha”, 27 de abril de 1999 (parece que as estrelinhas se apagaram com o tempo, no arquivo virtual do jornal…):

Ana Carolina

Guardada no armário da BMG por cerca de um ano, a mineira Ana Carolina, 24, desencanta e se integra ao coro das novas cantoras -Cássia Eller e Zélia Duncan são comparações imediatas. Destaca-se ao mostrar composições próprias/inéditas, mas derrapa em arranjos padronizados em batuque/programação e canto tenso. Ainda assim, é promessa em desenvolvimento. (PAS)
Avaliação:

“Folha”, 24 de abril de 2001:

Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina

Artista: Ana Carolina
Lançamento: BMG
Quanto: R$ 25, em média
Ana Carolina, chegando ao segundo CD, parece ter dotes de compositora e tem atraído as manhosas rádios brasileiras. Mas em “Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina” se pauta pelos excessos, soando caricatural ao fazer da voz um panachê de vícios de Cássia Eller, Angela Ro Ro, Zélia Duncan e Alcione. Versão de pop vulgar italiano e uma leitura sem humor dos Sex Beatles pioram tudo. (PEDRO ALEXANDRE SANCHES)

“Folha”, 22 de agosto de 2003:

Estampado

Artista: Ana Carolina
Lançamento: BMG
Quanto: R$ 28, em média

A mineira Ana Carolina lança seu terceiro álbum, “Estampado”, e o problema subsiste: na maioria das faixas, as interpretações perseguem o estilo e a personalidade de Cássia Eller, mas com uma dureza e um rigor nervoso que a outra jamais possuiu. Um maneirismo tenso segue dominando a voz e as composições de Ana. (PAS)

“CartaCapital”, edição 462, 19 de setembro de 2007:

MÚSICA

A jornalista de rádio Patricia Palumbo lança o segundo volume de Vozes do Brasil (DBA, 202 págs., R$ 69), em que entrevista personagens da música brasileira que abrangem dos veteranos Tom Zé e Rita Lee aos mais recentes Adriana Calcanhotto, Mônica Salmaso e Pato Fu. O livro se torna mais saboroso quanto mais se aproxima de figurinhas menos carimbadas (e menos unânimes) do circuito do jornalismo cultural, o que resulta em momentos reveladores. Um deles é a declaração de Ana Carolina, de que seu (volumoso) público se identifica com ela “pelo lado negativo das coisas”. Noutra passagem, Elba Ramalho expõe aparentes obsessões religiosas e conta que tenta a todo custo convencer Caetano Veloso a deixar de ser ateu. – PAS 


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