Era uma vez um medalhista olímpico multiplatinado chamado Barack, campeão indiscutível na modalidade da natação.

Um belo dia, cansado do tédio universal, Barack resolveu viajar de férias para um remoto país tropical.

Barack estava cansado de tanto trabalhar pelo agigantamento da humanidade. Milhões de pessoas recolhidas da miséria para uma vida digna. Bolsa Família. Minha Casa, Minha Vida. Pobres na universidade. Gente de sobrenome Silva ganhando medalhas que antigamente pertenciam apenas a Barack. Patrocinar golpes e ditamoles em diversos países adversários nas Olimpíadas. Guerras frias. Prêmio Nobel da Paz.

Barack precisava descansar, ou ia ter um treco.

Viajou para um país tropical abençoado por Luiz Inácio e bonito por natureza, fisgou uma nega chamada Tereza Batista Cansada de Corrupção, pescou um peixe chamado Dilma, bebeu demais. E se envolveu em confusão.

Doidão de doping e de vaidade pelo tanto de bem que já fizera à humanidade, Barack Temer pirou e se pôs a quebrar banheiros e países democráticos. Quebrou no posto de gasolina. Quebrou nos pontos de pegação mais conhecidos daquela cidade maravilhosa povoada por sub-humanos com defeito de fabricação. Quebrou no estádio olímpico. Quebrou na cara amassada do Pato Waack da Fiesp. Quebrou na rodoviária faxinada por dona Dilmona, mãe do Isaquias.

Agiu como um típico brasileiro deseducado que jamais pisou numa universidade a não ser para lavar banheiros e bater carteiras obtidas meritocraticamente por Otavinho Golpes Frios e Robertinho Paraty House.

Quando se cansou dos pobres das rodoviárias e foi quebrar o banheiro do aeroporto Santos Dumont, a coisa ficou feia. Que história é essa de aeroporto se comportar como se fosse rodoviária pulguenta e cheia de lêndeas?

Mais esperto que inteligente, o kid olímpico do Barack Temer da Silva virou Macunaíma e fugiu de volta para casa. Mas seus colegas de farra, menos espertos e menos inteligentes, pagaram o Pato do Skaf e foram conduzidos coercitivamentes pela Polícia Federal de Michel Silvério dos Reis.

O embaixador dos Estados Unidos do BraZil, José Ratazana, tentou livrar a cara dos chapas brancas, laranjas do multimedalhista Barack. De quebra, o chanceler Zé Povinho vendeu todo o pré-sal do país tropical para o golpista Barack Lochte – e ainda jogou a culpa na Venezuela.

Sérgio Zorro, xerife dos Estados Unidos do Arizona, mostrou o distintivo para exigir soltura imediata dos kids e de quebra quebrar o país tropical e livrar a reputação do brother Barack. Mas já era tarde demais: amiguchos de Barack Rousseff, os atletas olímpicos multimedalhistas em cara de pau Marta Matarazzo, Aécio Cunha, Cristóvam Buarque de Hollanda, Hilária Trump, Geraldinho Jr. e Haddad “Golpe É uma Palavra Forte” Odebrecht já haviam feito delação premiada. Chapadona em virar prefeitO de Tucanistão, uma traíra chamada Carmen Marta Lúcia Marina Erundina contou até o que não sabia.

O mundo se assombrou diante dos dedos-duros multimedalhistas: foi Barack quem quebrou sozinho os banheiros mundiais e toda aquela fileira de países sob golpe frio de estado.

Barack ainda tentou dar um derradeiro golpe (de mestre), dizendo que não houve braçadas fiscais e que os ciclistas é que haviam dado as criminosas pedaladas no sítio olímpico de Pedalinhos. Não colou.

De volta para casa, sem perigo de impeachment, Barack viveu feliz para sempre nos Estados Unidos da América do Norte, terra da liberdade e da democracia universal. De quebra, deixou o banheiro da rodoviária todo arrumadinho, com Michel Temer no papel de vice de boca de urna e a Rede Globo como presidentA eleita da república dos Estados Unidos do BraZil.

(Esta é uma fábula macabra, irreal e fantasiosa sobre a música popular brasileira.)

 

 

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