Muito prazer, nós somos os #JornalistasLivres!

O site FAROFAFÁ, a partir deste momento, está integrado em estado cívico a uma rede de jornalistas braSileiros, com S maiúsculo, para acompanhar de perto os dias movimentados que nos aguardam.

Dos atos legalistas de sexta-feira 13 de março ao teatro golpista de domingo 15 de março, estaremos em vigília para trazer a todos, sob a hashtag única e unificadora #JornalistasLivres, notícias do BraSil com S, coletadas por nossa rede formada por jovens jornalistas, repórteres multimídia, profissionais egressos da mídia velha e corrupta (nós também somos contra a corrupção!) e midialivristas em geral.

A hashtag nos une, mas não nos uniformiza. Somos jornalistaS livreS, no plural, porque somos muitos e estaremos, a partir de nossas próprias malocas virtuais (no nosso caso aqui, o FAROFAFÁ), descumprindo solenemente os manuais corruptos das redações do Partido da Imprensa Golpista (PIG) e as estratégias globalizadoras, estilo Big Brother, da Rede #GloboGolpista de Manipulação.

Faremos jornalismo à nossa maneira, à maneira ditada por nossas consciências, e não sob os preceitos cavados nos escombros de ditadura que hoje são nossos jornais, revistas, portais multinacionais e emissoras de TV e de rádio.

Faremos intervenções jornalística com Pátria (a braSileira, não a braZileira, menos ainda as estrangeiras) e sem patrão. Não podemos nos dizer plenamente #livres porque liberdade é uma luta de todos os humanos ao longo de todos os dias de cada vida. Lutamos para ser livres.

O modo como abordaremos os acontecimentos, sejam quais eles forem, será em tudo avesso aos vícios da mídia decadente e antibraSileira. Faremos

jornalismo livre

jornalismo cidadão

jornalismo humano, humanizado e humanizador (não somos máquinas, robôs, drones)

jornalismo contra (o preconceito, a intolerância, a ignorância, o atraso, o retrocesso), jornalismo a favor (da justiça, da inteligência, do progresso, da igualdade, do bem comum)

jornalismo de empatia (no lugar do antipático jornalismo de antipatia)

jornalismo crítico generoso (não jornalismo ~crítico~ de carrasco que pisa em terra supostamente arrasada)

jornalismo de compreensão (não ~jornalismo~ de intriga)

jornalismo sem baixaria, falta de educação, ofensa, agressão, violência (abaixo a barbárie!)

jornalismo de PAZ, contra o espúria indústria bélica armamentista da ~informação~

jornalismo adulto (para jovens de todas as idades)

jornalismo bem-humorado

jornalismo feliz

(……………. complete você mesma……………..)

FAROFAFÁ se apresenta neste momento para a luta, junto a representantes de sites e blogs progressistas, dos rebeldes ainda localizados dentro das velhas redações, de quantos coletivos e comunidades jornalísticas-e-cidadãs queiram e nos deem a honra de aderir ao carimbo #JornalistasLivres. Nossos afetos rejeitam a competição e se apaixonam pela colaboração.

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Nós, núcleo inaugurador da iniciativa convocada pela jornalista Laura Capriglione, estamos radicados na capital paulista e daqui emitiremos nossos sinais de fumaça. Mas convidamos jornalistas e cidadãos e jornalistas-cidadãs e não-jornalistas de todas as cidades de todos os estados do BraSil com S para se agruparem conosco, em quaisquer redes sociais e malocas virtuais, neste fabuloso guarda-chuva-arco-íris #JornalistasLivres.

O tamanho do guarda-chuva será o tamanho que você der a ele, seja no papel de compartilhar, replicar, reverberar ou produzir – ou em todos os papeis ao mesmo tempo. Porque, você sabe, não existe ninguém melhor do que VOCÊ para reportar ao mundo o que está acontecendo no seu estado, na sua cidade, no seu bairro, na sua roça, na sua maloca.

Agora é mão na massa!, sob a guarda dos exus protetores Santa Elis Regina, São Milton Nascimento, São Chico Buarque, Santa Nara Leão, Santa Miúcha, São MPB 4, Santa Rita Lee de Sampa, São João Gilberto e todos os orixás.

13 COMENTÁRIOS

  1. Quando começarem a publicar matérias nao somente a favor do governo, mas contra, é que os Livres serão Livres. Até lá nao é jornalismo, apenas publicidade.
    Abs

  2. MUITO prazer!
    Contribuirei na condição de não-jornalista do interior paulista. Rimou!
    Quero ver o circo não pegar fogo!
    Vida longa, energias positivas e infinita criatividade!

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